Blog feito com amor!

27 de out. de 2010

Pensamento positivo sempre

Ser forte

A força verdadeira não se dimensiona pelo impacto demolidor dos punhos, mas pela ternura construtora das mãos que acariciam e dos dedos que confortam.

Ser forte, não é ter a arrogância de não chorar, mas ter a coragem de parar o próprio pranto a fim de consolar as lágrimas de quem mais está sofrendo.

Ser forte, não é caminhar impávido com a coroa de louros à fronte, mas é cair coroado de espinhos e fazer tudo para levantar-se e para ajudar a que o irmão se levante.

Ser forte, não é não perceber a escuridão que ficou atrás da última lâmpada que se apagou quando se teve de sair do sonho, mas é a bravura de acender nova chama, de ligar de novo a luz, de abrir a janela da alma para sentir outra vez a claridade da manhã.

Ser forte, não é ser insensível, mas sentir, compreender aquilo que não tem palavras para completamente traduzir e interpretar.

Muitas vezes se exige mais força para proteger a pétala do que para derrubar a árvore imensa.

Bendita seja a força do ombro amigo que ampara a cabeça cansada, dos braços que se enlaçam para enfrentar a fúria dos acontecimentos e o uivar do furacão, do coração que reanima no momento difícil, do pensamento que não se entrega, da alma que não para de lutar.

Ser forte é oferecer a própria fraqueza para somar-se a fraqueza de quem se feriu e, juntas,as duas debilidades se farão uma verdadeira e brava força que nada e ninguém conseguirá dobrar.

Ser forte, é mesmo quando com medo, procurar transmitir coragem; é,mesmo na dúvida, transmitir a verdadeira fé; é fechar a porta ao pesadelo e abrir o ser por inteiro ao sonho maior que se chama esperança.

Ser forte, é às vezes, sair catando os pedaços do corpo pisado e da alma marcada, e juntá-los todos, com bravura e carinho, para ficar de novo de pé, com o rosto molhado pela chuva que cai e beijado pelo vento suave que passa.

Ser forte

é ser gente

e ser gente

é ser forte…

RHÁMAR I’HÚMISTAN

Fonte: http://www.centenaro.org/fabio/ser-forte

22 de out. de 2010

Albinismo

Cuidados Albinismo

MIGUEL NAUFEL NA GLOBO
O albino Miguel Naufel, da cidade de Mococa (SP), foi entrevistado pela Rede Globo de sua região, para uma reportagem sobre albinismo e uso de protetor solar. Além da luta de Naufel para obter sua aposentadoria, a reportagem convidou um dermatologista para falar sobre a importância do protetor solar. Pessoas nas ruas foram entrevistadas para saber qual o motivo pelo qual tão poucas utilizam o produto.
Detalhes:

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Fontes:

20 de out. de 2010

O que é albinismo?


Professora de biologia explica o albinismo

Roberta Xavier mostra a origem do albinismo e comenta como ele se manifesta na cor da pele, dos olhos e dos cabelos.

A professora de biologia do cursinho pH, Roberta Xavier, explica que o albinismo é causado por um gene recessivo que afeta a cor do cabelo (deixa um aspecto esbranquiçado ou amarelho-palha), da pele (torna-se branca) e dos olhos (podem ficar avermelhados ou azuis). O albinismo também afeta animais e plantas.

A melanina é produzida a partir de um aminoácido chamado tirosina e exerce a função de proteger a pele contra a radiação ultravioleta, além de impedir que haja alterações no material genético, que podem causar problemas como o câncer. Os albinos têm pouca ou nenhuma produção dessa substância.

O albinismo não pode ser confundido com vitiligo. O vitiligo é uma doença adquirida onde há morte dos melanócitos em determinadas partes do corpo.


19 de out. de 2010

O que é albinismo?

Mais informações e intensivo!
Estreou ontem Diversidades, da TV Justiça. O primeiro programa teve o albinismo como foco central. O espectador tem a oportunidade de conhecer um pouco sobre o cotidiano bastante comum de um pai albino e de 2 irmãos com albinismo. Um menino albino que quer ser roqueiro, a menina que sonha em conhecer Justin Bieber, enfim, pessoas sem melanina, mas que, de resto, são como tantas outras. Ficou excelente o programa; assistam!




Fonte:
http://www.albinoincoerente.com/2010/10/telinha-quente-albina-9.html

8 de out. de 2010

Lamentamos



Não é novidade mas ainda está acontecendo!

Albinos caçados na África


A Federação Internacional da Cruz Vermelha informou nesta quinta-feira, 19, que os países africanos Tanzânia e Burundi estão caçando seus cidadãos albinos para utilizar partes de seus corpos em rituais. A prática está levando milhares de pessoas nos dois países a fugir para o campo.

Na Tanzânia, país com aproximadamente 200 mil albinos, e em Burundi, onde se estima que vivam pelo menos mil albinos, as pessoas com esta doença genética têm que se manter isoladas para não serem alvo dos caçadores. Os corpos são comercializados em outros países africanos onde se acredita que eles trazem sorte e riqueza.

A Cruz Vermelha avalia os albinos como pessoas especialmente vulneráveis. A falta de pigmentação os torna mais suscetíveis a câncer e outras doenças de pele.

Fonte:

http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/africa-oriente-medio/albinos-cacados-na-africa/


Albinos fogem de onda de assassinatos ligada a feitiços na África, diz Cruz Vermelha

Os assassinatos de albinos para uso de suas partes do corpo para magia negra na Tanzânia e em Burundi obrigaram a milhares de pessoas a fugir, afirma a Federação Internacional da Cruz Vermelha.

"Milhares de albinos fugiram para o campo e não podem se mover livremente para estudar, buscar alimentos ou cultivar os campos por medo dos caçadores que querem partes de seus corpos", afirma o relatório da ONG Through Albino Eyes (Através dos olhos de um albino), publicado nesta quinta-feira.

Partes dos corpos de albinos --doença genética que deixa a pessoa com pouca ou nenhuma pigmentação na pele, cabelo e olhos-- são vendidas em algumas regiões da Tanzânia, Burundi e outros países africanos por trazerem sorte e riqueza e para serem usadas em atos de feitiçaria.

O documento estima em 10 mil o número de albinos que fogem desta prática cruel, além de 300 crianças ou adolescentes que estão escondidos em escolas da Tanzânia para deficientes ou em refúgios criados pela polícia em Burundi.

A Cruz Vermelha diz estar investigando a morte, em 21 de outubro passado, de Gasper Elikana, um menino albino de apenas dez anos assassinado por caçadores.

Segundo fontes oficiais, o número de albinos assassinados chega a 44 na Tanzânia e a 12 em Burundi. Alguns veículos de imprensa estimam, contudo, que o número de assassinatos na Tanzânia supere os 50.

A Tanzânia tem cerca 200 mil albinos, segundo estimativas do Centro Albino da Tanzânia. Em Burundi, não há números oficiais sobre o número de albinos, mas as estimativas da Cruz Vermelha indicam ao menos 1.000 pessoas com esta condição genética.

Na Tanzânia, ao menos sete pessoas foram condenadas à pena de morte pelo assassinato de albinos.

Esta parte da população é descrita pela Cruz Vermelha como especialmente vulnerável, já que a condição da doença reduz a proteção natural contra o sol e muitos sofrem com câncer de pele.

Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u654744.shtml


Tanzânia condena quatro à morte por matar albino para fazer feitiço


Uma corte da Tanzânia condenou nesta sexta-feira quatro pessoas à pena de morte pelo assassinato de um homem albino para utilizar partes de seu corpo que teriam poderes especiais, informa reportagem da rede de TV CNN.

Os quatro foram condenados pela morte de um albino de 50 anos na região de Shinyanga para a remoção de partes de seu corpo, disse Lucas Haule, comissário assistente de polícia, citado pela TV americana. A pena é de morte por enforcamento.

Partes dos corpos de albinos --doença genética que deixa a pessoa com pouca ou nenhuma pigmentação na pele, cabelo e olhos-- são vendidas em algumas regiões da Tanzânia e outros países africanos por trazerem sorte e riqueza e para serem usadas em atos de feitiçaria.

Outros três homens foram condenados à morte no fim de setembro passado na mesma cidade pela morte de Matatizo Dunia, um albino de 13 anos que teve as pernas cortadas e vendidas a praticantes de magia negra.

Os assassinatos de albinos cresceram na Tanzânia, que tem 200 mil albinos, segundo estimativas do Centro Albino da Tanzânia.

Desde dezembro de 2007, ao menos 53 albinos foram mortos no país e tiveram pedaços dos corpos usados em feitiçaria. Os homicídios, conforme as autoridades, foram motivados por crenças supersticiosas.

De acordo com testemunhas, na Tanzânia, quem mata albinos consegue vender os órgãos internos, extremidades e outras partes dos corpos por até 10 milhões de xelins tanzanianos (quase R$ 14 mil). Os compradores são feiticeiros, que utilizam os restos humanos na elaboração de "poções mágicas".

O governo da Tanzânia já abriu investigações referentes a ao menos 15 casos de assassinatos de albinos. Mais de 90 pessoas, incluindo quatro policiais, já foram presas sob acusação de envolvimento nos crimes.

Fonte:

Burundi julga onze por morte de albinos

Teve início no Burundi o julgamento de 11 acusados de matar 12 albinos. Este é o primeiro julgamento no país africano ligado à recente onda local de crimes contra albinos, que causou a morte de mais de 50 pessoas.

Todos os 11 acusados negam envolvimento. Se condenados, eles podem pegar penas de prisão perpétua.

A polícia diz que partes dos corpos de albinos mortos foram contrabandeadas para fora de Burundi e vendidas na Tanzânia para serem usadas em rituais de feitiçaria.

Curandeiros da região dizem que rituais com partes de corpos de albinos trazem sorte no amor, vida e negócios.

Na Tanzânia, mais de 40 albinos foram mortos recentemente.

Uma associação que defende os direitos dos albinos no Burundi afirma que as autoridades finalmente parecem estar levando a sério os assassinatos, mas que são necessárias mais ações para proteger os albinos --pessoas que sofrem de albinismo, condição marcada pela ausência de melanina, pigmento que dá cor à pele, no organismo.

Pelo menos 200 pessoas foram presas em conexão com o contrabando para a Tanzânia, mas ninguém foi condenado até agora.

Fonte:

Albinos de Tanzânia e Burundi pedem proteção contra assassinatos em rituais

Mais de 50 albinos foram mortos em rituais ligados à bruxaria no último ano na Tanzânia e Burundi, onde as autoridades começaram a tomar medidas para pôr fim a este massacre, embora a minoria afetada as considere insuficientes e, algumas vezes, ridículas.

O presidente da Tanzânia, Jakaya Kikwete, decidiu este mês instalar urnas por todo o país para que os cidadãos, de forma voluntária e anônima, possam "votar" em seus "suspeitos" de matar albinos, para, uma vez feita uma apuração, deter "os mais votados".

A secretária-geral da Fundação de Albinos da Tanzânia, Ziada Nsembo, disse que não vê com bons olhos a medida: "É ridícula. Não oferece garantias e servirá apenas para despertar a animosidade entre os moradores".

"Na Tanzânia, já foram detidos 92 supostos assassinos de albinos, mas eles ainda não foram a julgamento. Isso não serve para resolver o problema", disse Nsembo.

No Burundi, a polícia deteve em 16 de março 10 pessoas que foram acusadas de matar albinos para comercializar seus restos na Tanzânia, onde são usados em rituais de bruxaria.

Apesar de os governos dos dois países trocarem elogios nos últimos meses e condenarem de forma pública os ataques contra os albinos, Ziada não acredita que o Burundi esteja fazendo "o suficiente".

"Não parece que eles levam estes crimes a sério", confessou, alarmada pelo aumento de assassinatos dos "brancos malditos", como são chamados por seus "carrascos" na Tanzânia e no Burundi.

Pelo menos 10 albinos foram assassinados e mutilados nos últimos seis meses no Burundi e mais de quarenta nos últimos 12 meses na Tanzânia, que tem uma população registrada de 7.124 albinos, "embora este não sejam números reais, já que muitos vivem escondidos pelo medo", apontou.

Insatisfeita com a resposta das autoridades, Ziada iniciou sua própria luta há quase 30 anos, em 1980, quando decidiu fazer parte da Fundação Tanzaniana de Defesa dos Albinos, que, como ela, não sofrem apenas com os efeitos do sol do trópico em sua pele, mas também têm de lutar contra preconceitos e superstições de uma população "ignorante e faminta".

Os feiticeiros das áreas rurais da Tanzânia, especialmente as regiões próximas aos Grandes Lagos do nordeste do país, fazem os aldeões acreditar que "ficarão ricos se matarem um albino, amputarem suas extremidades, arrancarem sua pele e misturarem tudo em uma poção".

"Os bruxos pedem grandes quantidades de dinheiro, entre 20 e 30 milhões de xelins tanzanianos (de US$ 16 mil a US$ 24 mil) para preparar a bebida com os corpos dos albinos", acrescentou Ziada.

Apenas nas cidades as condições de vida dos albinos destes países melhoram, pois nelas podem levar uma vida quase como a dos demais: "Em Dar-es-Salam, onde cresci, pude levar uma vida mais ou menos normal, sem me sentir-me atacada", disse Ziada.

"O maior problema está nas regiões mais remotas, onde as crianças albinas nem sequer podem ir ao colégio pelo medo de serem sequestradas no caminho", afirmou.

Fora do Hospital Ocean, de Dar-es-Salam, capital financeira da Tanzânia, onde Ziada tem um pequeno escritório no qual oferece ajuda a outros com o mesmo problema, cinco albinos descansam na sombra e os olhos fechados.

"Nossa visão é muito ruim. O sol danifica nossa pele e as córneas dos olhos. Precisamos de apoio para comprar protetores solares e óculos escuros", disse Ziada.

"Mas o governo quase não colabora, com uma ínfima subvenção. Tudo que recebemos é de doadores ou de ONGs", denunciou.

Uma das últimas contribuições surgiu de um grupo de homens de negócios locais, que doou à Fundação de Albinos da Tanzânia 350 telefones celulares para que os albinos possam entrar em contato com a polícia de forma automática caso sejam atacados ataque.

"Esta foi uma bela contribuição, mas não deixa de ser um remendo. Para que o problema desapareça, é preciso investir na educação e melhorar as condições econômicas dos tanzanianos. É a pobreza que provoca estas atrocidades", conclui Ziada.

Fonte:





3 de out. de 2010

Lamentamos






























ABSURDO


Distrito da Gorongosa: o caso da criança albina isolada durante três anos




Derton Termo Zabo, de 4 anos de idade, residente na comunidade de Mbulaua, distrito de Gorongosa, viveu grande parte da sua vida confinado dentro de quatro paredes e nos limites do quintal da casa dos seus progenitores. Os pais tinham receio de dar a conhecer aos vizinhos e à comunidade da existência de um filho albino no seio do seu agregado familiar.
Durante este tempo, o rapaz que apresenta a pele e os pêlos de cor branca, os olhos de tom rosado e fotofobia, era preterido do convívio em círculo de amigos, passeios, entre outras liberdades, devido à sua alteração genética que o incapacita de fabricar a pigmentação necessária.
Quando adoecesse nunca era levado ao hospital. A mãe deixava o menino em casa e se dirigia sozinha ao clínico, ao qual explicava os sintomas (subjectivos, sujeitos à interpretação do próprio paciente) para a prescrição médica do filho a distância. Ela sempre mentia ao prescritor sobre a ausência do doente na consulta alegando que vive muito longe da unidade sanitária, pelo que era impossível levar o menino crescido ao colo e andar dezenas de quilómetros a pé para ser observado directamente pelo profissional de saúde.

Desta forma, Derton Zabo, quando enfermo era ”consultado” mediante apresentação de sintomas da sua doença através da mãe, impossibilitando um diagnóstico correcto, através dos sinais e alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, usualmente um técnico da medicina.

No atendimento de alguém por um clínico é sempre prática cruzar sintomas e sinais, com vista a colher as informações necessárias ao pleno conhecimento da enfermidade de cada pessoa, mas o menino que temos vindo a referir era excluído desta prerrogativa, na sequência da sua mutação de genes que o impossibilita de produzir melanina que dá cor à pele e protege da radiação ultravioleta tanto do sol, como de algum dispositivo artificial.

Os pais têm pigmentação ajustada para seu corpo, razão pela qual consideravam a origem da situação da criança ligada a magia e alvo de troça por parte da sociedade. Eles não possuem o conhecimento científico para perceber que apesar de serem indivíduos normais, foram os dois que transmitiram ao filho os genes alterados no processo hereditário e que os albinos aparecem tanto em seres humanos, assim como em animais e plantas.

Por outro lado, foram ignorantes em acreditar que, apesar da discriminação social persistente, todo mundo conhece a existência de pessoas albinas, incluindo na comunidade Mbulaua onde moram, até porque em língua local nesta comunidade chamam de sope.

Por preconceito dos progenitores, o menino portador de albinismo ficou nos seus primeiros três anos de vida sem cuidados especiais exigidos, sobretudo da pele e da vista, bem como sem consultas de pediatria.

Entretanto, há um ano Nildo Sulemane Chigavale, enfermeiro da Clínica do Chitengo e da Clínica Móvel de Saúde do Parque Nacional da Gorongosa (PNG), notou uma clareza anormal na pele dos irmãos do Derton Zabo, numa das suas idas a Mbulaua.

Segundo contou, num dos dias ousou perguntar aos irmãos do miúdo albino quantos eram, tendo-lhe sido fornecido o número e informado da existência de outro que sempre ficava em casa.
Nildo Chigavale curioso, por outro lado, pelo facto de atitude duma mãe que fazia consulta de sua criança sempre ausente, decide identificar a residência dos Zabos. Quando chegou na casa não viu o pequeno e porque não podia entrar dentro do apartamento, optou por conversar abertamente com a mãe que revelou a existência do filho albino.
Sensibilizou o casal para deixar o menino livre e que era igual aos outros. A partir daí Derton Zabo passou a sair fora de casa, a passear com os irmãos, amigos e a frequentar consultas de pediatria. Paralelamente, recebe regularmente visitas domiciliárias da Clínica Móvel do PNG.
Conforme a fonte explicou, o preconceito dos pais de darem liberdade ao petiz residia pelo facto na família e na comunidade local nunca ter existido um indivíduo albino.
Presentemente, as atitudes estereotipadas dos progenitores mudaram, deixam o menino livremente fora de casa, sai a brincar em qualquer canto com os companheiros e falam da condição de albinismo dele sem nenhum preconceito.

Aliás, em conversa com o articulista deste artigo há dias o pai, Termo Zabo, 49 anos, camponês, casado com duas esposas, explicou que o menino está bem de saúde, mas nos horários de maior intensidade de radiação solar apresenta complicações para vislumbrar e a sua pele é muito susceptível a raios ultravioletas que lhe provocam pequenas queimaduras por não utilizar nenhum produto protector de pele.

Também disse que, o rapaz nas condições normais de temperatura para as demais pessoas, sente frio.

Mais afirmou que está desprovido de finanças para aquisição de protectores solares, bonés e óculos de sol que podem ajudar na protecção da pele e dos olhos, bem como de agasalhos condignos e calçado. Nisto, pede benesses a todos que puderem ajudar Derton Zabo em roupa, sapatos, cremes e mais.
Em resposta a este grito de socorro, uma equipa de médicos do Hospital Mount Sinai, dos Estados Unidos, ofereceu cremes especiais da pele ao rapaz, enquanto que o Departamento de Comunicação do PNG doou 500,00Mt para a compra de algumas peças de vestuário do mesmo.

Todos os que puderem prestar o seu apoio ao menor são bem-vindos pela parte da família Zabo.

A sociedade e os pais são bastante preconceituosos com o albinismo e pelos vistos o trilho a percorrer parece ser muito extenso ainda. O que aconteceu nos Zabos é mais um exemplo disso. Mas para a sua “infelicidade”, a mãe do Derton Zabo deu à luz mais uma vez há três meses uma menina albina chamada Mila Termo Zabo. Com a bebé, Termo Zabo passa a contar com nove filhos vivos.
Fonte:






Alguém duvida da beleza albina?



Annik Buzian procurou o blog do menino albino para encontrar uma criança albina para tirar uma foto para uma revista o nome da revista e ripilica para um projeto que mostrara as raças de uma forma geral e quem se interessar e só me comunicar pela ficha de contato do meu blog ou me mandar um email para gugugotich@hotmail.com
ou albinosdonossonordeste@hotmail.com

pode ser crianças do sexo feminino ou masculino!
Desde já agradecemos a compreensão!!!




25 de set. de 2010

Lamentamos


Pais vendem filho por ser albino – denuncia presidente da associação de defesa das pessoas portadoras de albinismo após audiência com o PR

A PRESIDENTE da “Associação Defendendo os Nossos Direitos”, uma organização que luta em prol da população albina, denunciou ontem, em Maputo, a discriminação social de que esta tem sido vítima mesmo no seio da família, revelando que um casal chegou a vender o seu filho por ser portador daquela pigmentação.
Falando à Imprensa no término de uma audiência concedida pelo Presidente da República, Armando Guebuza, Ana Grabiela explicou que este triste episódio ocorreu no ano passado na província nortenha de Cabo Delgado.
A Associação Defendendo os Nossos Direitos foi criada em 2009, por um grupo de albinos que luta pela defesa dos seus direitos.
Na ocasião, Gabriela esclareceu que, felizmente, a situação dos albinos em Moçambique difere da dos de Tanzânia, Burundi e outros países da África Oriental, onde no ano passado foi reportado o assassinato de pelo menos de 60 albinos, para usar partes do seu corpo para o fabrico de amuletos e poções mágicas.
Contudo, disse Gabriela, “a inserção social dos albinos é difícil até nas suas casas, onde são discriminados pelos seus próprios pais. No ano passado, soubemos de um caso de pais que venderam o seu filho por ser albino”, disse, acrescentando que o albino em causa foi vendido a cidadãos estrangeiros.
Este é um simples exemplo das dificuldades vividas pelos albinos em Moçambique e que foram relatados ontem ao Chefe do Estado por este grupo social, durante um encontro realizado na Presidência da República.
Na lista dos entraves constam também as dificuldades enfrentadas por este grupo no acesso à escola e ao emprego.
Por outro lado, Gabriela disse que os albinos enfrentam o problema da falta de medicamentos para a sua protecção contra os raios solares, pois os poucos locais onde são comercializados, os mesmos são vendidos a preços exorbitantes.
Na audiência, a associação fez um breve relato sobre os êxitos alcançados por este grupo social em 2009, destacando-se a redução do tempo de espera para uma consulta com um médico especialista.
Assim, o tempo de espera reduziu de dois a três meses para um dia a uma semana, fruto de um memorando de entendimento assinado entre a associação e o Ministério da Saúde.
Porém, apesar do memorando de entendimento ser válido em todo o país, este êxito apenas beneficia os albinos residentes na cidade de Maputo, porque noutras províncias continuam a aguardar meses a fio para serem observados por um médico.

Minhas lamentações!!!

No dia seguinte de ter completado um ano do nosso blog, infelizmente temos que postar notícias assim!!!


24 de set. de 2010

Datas especiais

Parabéns para nós!!! 1 (um) ano do nosso blog!


O que eu poderia dizer hoje?
Hoje não se tem palavras, hoje não se tem ilusão, hoje existe sonhos, sonhos quase realizados, sonhos já vividos, sonhos e mais sonhos...
Hoje especial, mais que especial, nessa data e em todas que virão, serão sempre, sempre especiais, foi um momento consagrado por DEUS e por ELE está cada vez mais duradouro, não existe defeitos, não existe erros, o que passou, passou.

Hoje são tantas coisas a serem ditas, pois tudo, já foi vivido, tudo se renova, voltamos a ser aqueles adolescentes, voltamos a brincar como criança, voltamos a amar novamente, por que especial?
Especial por que hoje se renova o amor.
O amor que já dura 1 ano e apesar de tudo estamos juntos. Minha felicidade, minha vida tornou-se melhor.

São apenas palavras mais cada uma leva o amor e a felicidade que sinto por ter você, você que um dia quase não acreditou que tudo isso poderia ser possível, o hoje existe porque ontem nos tornamos melhor para que amanhã sejamos sempre unidos cada vez mais...
PARABÉNS PARA NÓS.


24 de setembro de 2009, projeto!
24 de setembro de 2010 realização!
Sonhos já realizados e ainda muitos a se realizarem!


Albinismo

Albinos mais uma vez mostrando que podem superar limites!!!

18 de set. de 2010

O que é albinismo?


Explicaremos o tema com uma linguagem simples e direta,
dessa vez para o público infântil!


14 de ago. de 2010

Alguém duvida da belesa albina?

Somos mais do que seus olhos vêem!

Patrícia
Ígor
Andreza

Fotos de Gustavo Lacerda em exposição (MASP)



8 de ago. de 2010

Datas especiais

Pai, você está longe, mas cremos,
que não nos abandona jamais!!!


Pai de todo jeito!

Tem pai que ama,
Tem pai que esquece do amor.
Tem pai que adota,
Tem pai que abandona.
Tem pai que não sabe que é pai,
Tem filho que não sabe do pai.
Tem pai ...
Tem pai que dá amor,
Tem pai que dá presente.
Tem pai por amor,
Tem pai por acaso.
Tem pai que se preocupa com os problemas do filho,
Tem pai que não sabe dos problemas do filho...
Tem pai ...
Tem pai que ensina,
Tem pai que não tem tempo.
Tem pai que sofre com o sofrimento do filho,
Tem pai que deixa o filho esquecido.
Tem pai de todo jeito.
Tem pai que encaminha o filho,
Tem pai que o deixa no caminho.
Tem pai que assume,
Tem pai que rejeita.
Tem pai que acaricia,
Tem pai que não sabe onde está o filho
que precisa de carinho.
Tem pai que afaga,
Tem pai que só pensa em negócios.
Tem...
Tem pai de todo jeito.
E você???
Que tipo de pai você é?
Eu quero um pai,
apenas um pai
que esteja consciente do amor
que tem para dividir...
Eu quero um pai,
apenas um pai
que seja AMIGO!
A todos os Pais,
um carinhoso abraço!
Deus Pai os abençoe!

Nós Soraya e eu Solange, não temos mais PAI, mas
aproveitamos para dizer que seja um(a) filho(a) Presente na vida do seu PAI, e saiba que ele não é eterno!

Feliz dia dos pais para todos!!!


Aproveitamos para dar dica de um blog, que fala do amor


Lamentamos



Mais uma sobre Bulling

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.

Caracterização do bullying

No uso coloquial entre falantes de língua inglesa, bullying é frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco. O cientista sueco - que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus define bullying em três termos essenciais:
  1. o comportamento é agressivo e negativo;
  2. o comportamento é executado repetidamente;
  3. o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

O bullying divide-se em duas categorias:
  1. bullying direto;
  2. bullying indireto, também conhecido como agressão social

O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos. A agressão socialou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido através de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:

  • espalhar comentários;
  • recusa em se socializar com a vítima
  • intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima
  • criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).
O bullying pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a maisintimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.
A legislação jurídica do estado de São Paulo define bullying como atitudes de violência física ou psicológica, que ocorrem sem motivação evidente praticadas contra pessoas com o objetivo de intimidá-las ou agredí-las, causando dor e angústia.
Os atos de bullying configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico mas por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. A responsabilidade pela prática de atos de bullying pode se enquadrar também no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram nesse contexto

Fonte:

O bom é que existem pessoas fortes que conseguem superar essas dificuldades e ainda melhor,
Com sucesso, é o caso de Roberto Biscaro!
Vejam:

Características dos bullies

Pesquisas indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerid que um deficiente em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser fatores de risco em particular. Estudos adicionai têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do bullying, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer déficit de auto-estima. Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas É freqüentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:

"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do bullying durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta."

O bullying não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o bullyingfrequentemente funciona através de abuso psicológico ou verbal.

Tipos de bullying

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:

  • Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.
  • Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
  • Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os
  • Espalhar rumores negativos sobre a vítima.
  • Depreciar a vítima sem qualquer motivo.
  • Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.
  • Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully.
  • Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda,nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.
  • Isolamento social da vítima.
  • Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc).
  • Chantagem.
  • Expressões ameaçadoras.
  • Grafitagem depreciativa.
  • Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
  • Fazer que a vitima passe vergonha na frente de varias pessoas

Locais de bullying

O bullying pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.

Escolas

Em escolas, o bullying geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola.

Um caso extremo de bullying no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado Curtis Taylor, numa escola secundária em Iowa, Estados Unidos, que foi vítima de bullying contínuo por três anos, o que incluía alcunhas jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leite achocolatado e os pertences vandalizados. Tudo isso acabou por o levar ao suicídio em 21 de Marçode 1993. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio". Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle. Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy) interpretada porEddie Vedder, vocalista da banda estadunidense Pearl Jam.

Nos anos 1990, os Estados Unidos viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o mais notório foi o massacre de Columbine). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam serem vítimas de bullies e que somente haviam recorrido à violência depois que a administração da escola havia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradores processaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas. Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente a prática do bullying, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bem como o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurando uma forma de suporte por parte dos pares.

O bullying nas escolas (ou em outras instituições superiores de ensino) pode também assumir, por exemplo, a forma de avaliações abaixo da média, não retorno das tarefas escolares, segregação de estudantes competentes por professores incompetentes ou não-atuantes, para proteger a reputação de uma instituição de ensino. Isto é feito para que seus programas e códigos internos de conduta nunca sejam questionados, e que os pais (que geralmente pagam as taxas), sejam levados a acreditar que seus filhos são incapazes de lidar com o curso. Tipicamente, estas atitudes servem para criar a política não-escrita de "se você é estúpido, não merece ter respostas; se você não é bom, nós não te queremos aqui". Frequentemente, tais instituições (geralmente em países asiáticos) operam um programa de franquia com instituições estrangeiras (quase sempre ocidentais), com uma cláusula de que os parceiros estrangeiros não opinam quanto a avaliação local ou códigos de conduta do pessoal no local contratante. Isto serve para criar uma classe de tolos educados, pessoas com títulos acadêmicos que não aprenderam a adaptar-se a situações e a criar soluções fazendo as perguntas certas e resolvendo problemas.

No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com 5.168 alunos de 25 escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. Entre todos os entrevistados, pelo menos 17% estão envolvidos com o problema -seja intimidando alguém, sendo intimidados ou os dois. A forma mais comum é a cibernética, a partir do envio de e-mails ofensivos e difamação em sites de relacionamento como o Orkut

Em 2009, uma pesquisa pelo IBGE apontou as cidades de Brasília e Belo Horizonte como as capitais brasileiras com maiores índices de bullying, com 35,6% e 35,3%, respectivamente, de alunos que declararam esse tipo de violência nos últimos 30 dias

Na Grande São Paulo, uma menina apanhou até desmaiar por colegas que a perseguiam[14] e emPorto Alegre um jovem foi morto com arma de fogo durante um longo processo de bullying


Condenações legais

Dado que a cobertura da mídia tem exposto o quão disseminada é a práctica do bullying, os júris estão agora mais inclinados do que nunca a simpatizar com as vítimas. Em anos recentes, muitas vítimas têm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento emocional", e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta. Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escola ou professor por falta de supervisão adequada, violação dos direitos civis, discriminaçãoracial ou de gênero ou assédio moral.

Em maio de 2010 a Justiça obrigou os pais de um aluno do Colégio Santa Doroteia, no bairro Sion deBelo Horizonte a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma garota de 15 anos por conta de bullying . A estudante foi classificada como G.E. (sigla para integrantes de grupo de excluídos) por ser supostamente feia e as insinuações se tornaram frequentes com o passar do tempo, e entre elas, ficaram as alcunhas de tábua, prostituta, sem peito e sem bunda Os pais da menina alegaram que procuraram a escola, mas não conseguiram resolver a questão. O juiz relatou que as atitudes do adolescente acusado pareciam não ter "limite" e que ele "prosseguiu em suas atitudes inconvenientes de 'intimidar'", o que deixou a vítima, segundo a psicóloga que depôs no caso, "triste, estressada e emocionalmente debilitada" . O colégio de classe média alta não foi responsabilizado.

Na USP, o jornal estudantil O Parasita ofereceu um convite a uma "festa brega" aos estudantes do curso que, em troca, jogarem fezes em um gay. Um dos alunos a quem o jornal faz referência chegou a divulgar, em outra ocasião, estudantes da Farmácia chegaram a atirar uma lata de cerveja cheia em um casal de homossexuais, que também era do curso, durante o tradicional happy hour de quinta-feira na Escola de Comunicações e Artes da USP. Ele disse que não pretende tomar nenhuma providência judicial contra os colegas, embora tenha ficado revoltado com a publicação da cartilha.

Também em junho de 2010, um aluno de nona série do Colégio Neusa Rocha, no Bairro São Luiz, na região da Pampulha de Belo Horizonte foi espancado na saída de seu colégio, com a ajuda de mais seis estudantes armados com soco inglês. A vítima ficou sabendo que o grupo iria atacar outro colega por ele ser "folgado e atrevido", sendo inclusive convidada a participar da agressão.

Em entrevista ao Estado de Minas, disse: Eles me chamaram para brigar com o menino. Não aceitei e fui a contar a ele o que os outros estavam querendo fazer, como forma de alertá-lo. Quando a dupla soube que contei, um deles colocou o dedo na minha cara e me ameaçou dentro de sala, durante aula de ciências. Ele ainda ligou, escondido, pelo celular, para outro colega, que estuda pela manhã, e o chamou para ir à tarde na escola.

Durante 2010, Bárbara Evans, filha da modelo Monique Evans, estudante da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo (onde cursa o primeiro ano de Nutrição), entrou na Justiça com um processo de bullying realisado por seus colegas No sábado à noite, o muro externo do estacionamento docampus Centro foi pichado com ofensas a ela e a sua mãe.

Em recente julgado no Rio Grande do Sul (Proc. nº 70031750094 da 6ª Câmara Cível do TJRS), a mãe do bullie foi condenada civilmente a pagar indenização no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) à vítima. Foi um legítimo caso de cyberbullying, já que o dano foi causado através da Internet, em fotolog (flog) hospedado pelo Portal Terra. No caso, o Portal não foi responsabilizado, pois retirou as informações do ar em uma semana. Não ficou claro, entretanto, se foi uma semana após ser avisado informalmente ou após ser judicialmente notificado.


Local de trabalho

O bullying em locais de trabalho (algumas vezes chamado de "Bullying Adulto") é descrito pelo Congresso Sindical do Reino Unido como:

"Um problema sério que muito frequentemente as pessoas pensam que seja apenas um problema ocasional entre indivíduos. Mas o bullying é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente que solapa a integridade e confiança da vítima do bully. E é frequentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura da organização".


Vizinhança

Entre vizinhos, o bullying normalmente toma a forma de intimidação por comportamento inconveniente, tais como barulho excessivo para perturbar o sono e os padrões de vida normais ou fazer queixa às autoridades (tais como a polícia) por incidentes menores ou forjados. O propósito desta forma de comportamento é fazer com que a vítima fique tão desconfortável que acabe por se mudar da propriedade. Nem todo comportamento inconveniente pode ser caracterizado como bullying: a falta de sensibilidade pode ser uma explicação.

Política

O bullying entre países ocorre quando um país decide impôr sua vontade a outro. Isto é feito normalmente com o uso de força militar, a ameaça de que ajuda e doações não serão entregues a um país menor ou não permitir que o país menor se associe a uma organização de comércio. cada pessoa que ser agredida, deve também cometer o mesmo ato, assim termina com o agressor.


Em 2000 o Ministério da Defesa (MOD) do Reino Unido definiu o bullying como : "…o uso de força física ou abuso de autoridade para intimidar ou vitimizar outros, ou para infligir castigos ilícitos".Todavia, é afirmado que o bullying militar ainda está protegido contra investigações abertas. O caso das Deepcut Barracks, no Reino Unido, é um exemplo do governo se recusar a conduzir um inquérito público completo quanto a uma possível prática de bullying militar. Alguns argumentam que tal comportamento deveria ser permitido por causa de um consenso acadêmico generalizado de que os soldados são diferentes dos outros postos. Dos soldados se espera que estejam preparados para arriscarem suas vidas, e alguns acreditam que o seu treinamento deveria desenvolver o espirito de corpo para aceitar isto. Em alguns países, rituais humilhantes entre os recrutas têm sido tolerados e mesmo exaltados como um "rito de passagem" que constrói o caráter e a resistência; enquanto em outros, o bullying sistemático dos postos inferiores, jovens ou recrutas mais fracos pode na verdade ser encorajado pela política militar, seja tacitamente ou abertamente (veja dedovschina). Também, as forças armadas russas geralmente fazem com que candidatos mais velhos ou mais experientes abusem - com socos e pontapés - dos soldados mais fracos e menos experientes..

Alcunhas ou apelidos (dar nomes)

Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, tal como uma orelha grande ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).


Cuidem-se!