
15 de abr. de 2012
Semelhanças...

13 de abr. de 2012
Dia do beijo!

O beijo nos lábios de outra pessoa é um símbolo de afeição romântica ou de desejo sexual - neste último caso, o beijo pode ser também noutras partes do corpo, ou ainda o chamado beijo de língua, em que as pessoas que se beijam mantêm a boca aberta enquanto trocam carícias com as línguas.
Conta-se que:
Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.
Era uma espécie de prova de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes.
Na Escócia, era costume o padre beijar os lábios da noiva ao final da cerimônia. Acreditava-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção. Já na festa, a noiva deveria beijar todos os homens na boca, em troca de dinheiro. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era o beijo do czar.
No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público, era obrigado a casar imediatamente.
Mas é também um sinal de reverência, ao se beijar, por exemplo, o anel do Papa ou de membros da alta hierarquia da Igreja. No Brasil, D. João VI introduziu a cerimônia do beija-mão: em determinados dias o acesso ao Paço Imperial era liberado a todos que desejassem apresentar alguma reivindicação ao monarca. Em sinal de respeito, tanto os nobres, como as pessoas mais simples, até mesmo os escravos, beijavam-lhe a mão direita antes de fazer seu pedido. Esse hábito foi mantido por D. Pedro I e por D. Pedro II.
Beijo nos lábios
O beijo de língua (também chamado de beijo linguado em Portugal) é uma forma de beijo de forte conotação erótica, em que os parceiros fazem movimentos mútuos com a língua um do outro.
Embora sejam comuns dentro da família os beijos nos lábios (popularmente conhecido como "selinho" ou "bate-chapas"), um beijo usando a língua quase sempre indica algum relacionamento de ordem romântica, podendo ter ou não compromisso - nesse último caso, diz-se popularmente que os parceiros são ficantes. O beijo de língua estimula os lábios, a língua e a boca, que são áreas muito sensíveis ao tato, e de maneira geral as pessoas consideram algo muito prazeroso e altamente íntimo. É também bastante freqüente antes das relações sexuais e mesmo durante. Diferentemente de outras formas de beijo, o beijo de língua tende a ser prolongado, intenso e apaixonado. Devido à intimidade associada, o beijo em público é considerado falta de educação em muitos lugares do mundo. Em lugares como Israel, o beijo de língua é culturalmente considerado indecente.
No beijo de língua, os parceiros trocam saliva, o que em outras circunstâncias é considerado algo delicioso e nesse caso pode servir para aumentar a excitação. Embora a maior parte das doenças sexualmente transmissíveis não são transmitidas através do beijo, é possível contrair algumas doenças por meio dessa prática, como é o caso da mononucleose infecciosa. A cada beijo, são transmitidas em torno de 250 mil bactérias.
O dia do beijo de língua é comemorado aos 13 de abril.
No beijo são movimentados 29 músculos da face. Estima-se que em toda vida as pessoas dão cerca de 24 mil beijos! Além de tudo isso um beijo de língua tem o poder de queimar até 12 calorias em 10 segundos.
Um abençoado dia do beijo para todos...
Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Beijo_de_l%C3%ADngua
http://pt.wikipedia.org/wiki/Beijo
5 de abr. de 2012
Marketing LAMENTÁVEL!!!
Uma cerveja chamada Albino Beer não está descendo redondo para alguns albinos da Colúmbia Britânica, no Canadá. Dois deles processaram a cervejaria do Earls Restaurants alegando que o nome da bebida é “humilhante”. O restaurante também oferece asa de frango albina em seu cardápio. Peter Ash, da ONG albina Under the Same Sun, declarou ao PostMedia News: “Não existe Aperitivos Alzheimer, Martini Esclerose Múltipla ou Coquetel Paralisia Cerebral, então porque pode haver asa de frango albina?” Um porta-voz da cervejaria informou que a bebida – no mercado há 25 anos – foi batizada em referência ao rinoceronte branco e não ás pessoas albinas.
Fontes:
http://now.msn.com/money/0329-rhino-albino-complaint.aspx
http://www.albinoincoerente.com/2012/04/cerveja-da-discordia.html
Albinismo na visão de algumas pessoas de Moçambique!
Filhos da Lua – albinismo em África, a face branca do preconceito.
Posted 03/03/2012 by Sâmela Silva in Cultura, Moçambique, Saúde. Etiquetado:Adods, Albinismo, Albinismo na África,Albinos em Moçambique, Albinos na África, Associação defendendo os nossos direitos, Dominique Andereggen,Exposição Filhos da Lua, Fotos de albinos, Solange dos Santos Moçambique.
Vez ou outra ela está lá. Uma garota branca, bem branquinha, a pedir esmolas no farol entre a Av. Julius Nyerere e Av. 24 de Julho. E a gente se cobre de um sentimento de impotência. O sol, o grande vilão, queima e mancha a pele da garota. Mas ele se torna um coadjuvante, perto do maior vilão de todos, o preconceito. Um dos temas que nunca imaginei abordar nos chama atenção diariamente aqui em Maputo, o albinismo.
Já vi muitos albinos aqui em Moçambique, mas infelizmente nenhum em uma posição privilegiada na sociedade, sempre em trabalhos inferiores, isso quando conseguem trabalho. Pensando neste assunto, hoje conhecemos um pouco do belíssimo trabalho do casal de fotógrafos Solange dos Santos (moçambicana) e Dominique Andereggen (suéco) e da Adods – “Associação defendendo os nossos direitos”, uma organização moçambicana sem fins lucrativos, que visa garantir que os direitos das pessoas portadoras do albinismo sejam salvaguardados. Os fotógrafos, moraram na Tanzânia e souberam de tantas crueldades que sentiram a necessidade de fazer um trabalho revelador sobre estas pessoas quando vieram morar
Uma parte do trabalho da Adods, consiste em uma doação financeira mensal e você se torna “Padrinho” de uma pessoa com albinismo aqui de Moçambique. “Padrinho” e “Afilhado” se conhecem, e o padrinho pode acompanhar de perto a educação e assistência médica do afilhado. Eu não imaginava que aqui em Maputo existisse um movimento assim. Fiquei muito feliz por conhecer!
Para quem não está aqui, seguem trechos do livro e algumas fotos da exposição “Filhos da Lua”:
“Tudo começou no leste da África há alguns anos atrás, quando vivíamos na Tanzânia, indiscutivelmente o pior lugar do mundo para nascer com albinismo. O país tem uma das maiores populações de albinos do mundo e eles estão sendo perseguidos pela sua pele branca. É um lugar onde ser albino é quase uma sentença de morte. A notícia dosassassinatos macabros, mutilações e sofrimento dessas pessoas bonitas deixou uma impressão muito forte em nós“.
“É uma maldição nascer albino na África Equatorial. Eles estão sob ameaça do câncer de pele e, por isso, raramente vivem para além dos 40 anos de idade. Além disso,a perseguição de pessoas com albinismo é baseada na crença de que partes de seus corpos transmitem poderes mágicos. Esta superstição está presente em algumas partes de África. As pessoas são condenadas ao ostracismo por causa do seu tom de pele. Elas são confrontadas com a discriminação, caçadas como animais e brutalmente atacadas tendo os seus membros decepados (braços, pernas, órgãos genitais) para serem vendidos no mercado negro para rituais de feitiçaria“.
Consegue imaginar isso?
Em meio a iPads, cosméticos revolucionários, etc, o ser humano ainda não conseguiu o básico, conviver com ele mesmo.
Tocantes não?
A exposição já focerrada, mas a Adods precisa de auxílio e voluntários e fica na Av. Salvador Alende, 560 (+258 827235990 / 845301852), anaela2003@yahoo.com.br.
Amei quando vi esse blog, pois percebi que as pessoas querem se livrar desses tais "PRECONCEITOS"...
28 de mar. de 2012
Existe preconceito sim, e ele tem cor...
O ator Paul Bettany que interpreta o albino Silas, um dos vilões do filme O Código Da Vinci
Preconceito contra os albinos Eles têm falta de pigmentação na pele, por isso, são beeem “branquinhos”. E quem nunca ouviu falar de albinismo faz cada piadinha sem graça...
Tem gente de olhos castanhos, de olhos azuis, verdes, bem pretinhos e de várias outras cores diferentes. Quando olhamos para a pele das pessoas, vemos que existem vários tons também. Assim como acontece com o tipo de cabelo e com os traços do rosto.
Cada um tem suas próprias características físicas e de comportamento: tem os mais animados, os azedos, os preguiçosos... portanto, não dá para falar que alguém é mais “normal” ou mais brasileiro do que o outro. A única coisa que podemos notar é o que é mais comum ou mais raro.
Os albinos estão nesse segundo grupo. Não é muito fácil encontrá-los pela rua. Por isso, às vezes, eles recebem injustos olhares de estranhamento vindos de quem nunca ouviu falar dealbinismo.
Em um país tropical como o nosso, cheio de gente morena, algumas pessoas ainda se surpreendem ao ver os albinos, branquinhos e de olhos azulados. Algumas têm o péssimo hábito de fazer piadinhas, brincadeiras de mau gosto e até de xingá-los na rua. Dá para acreditar? Mas isso é resultado de falta desinformação – e de educação também. Você concorda?
Agora, entenda porque os albinos têm aparência tão peculiar.
Trata-se de pessoas com ausência de pigmentação na pele e na retina, ou seja, elas não têm melanina, responsável por dar cor às partes externas do corpo eproteção à pele contra a radiação do sol. Por isso, têm olhos, pele e cabelo bem clarinhos.
O albinismo é resultado de uma herança genética rara, porque tanto o pai quanto a mãe devem ter o gene que o determina. Isso significa que não existe o menor risco de alguém se tornar albino, eles são assim desde o nascimento.
AZUIZINHOS
A retina tem dez camadas, mas os albinos tem uma a menos, por isso seus olhos são azuis. “Eles sofrem da ausência de uma camada de proteção da retina chamada epitélio pigmentar, que recebe a imagem quando olhamos para algum objeto e a transmite para outras camadas da retina que, depois, vão para o cérebro”, explica Edson Carvalho da Silveira, oftalmologista especialista em visão subnormal.
Dessa forma, eles não enxergam bem, têm fotofobia (dificuldade para enxergar na claridade) e tendem a apresentar mais astigmatismo e miopia do que a média. A grande maioria tem visão subnormal, o que, por definição, significa que, mesmo com lentes corretoras, o indivíduo tem cerca de 30% de visão.
CUIDADOS PRA LÁ DE ESPECIAIS
Os albinos têm olhos bem azuis, pele bem clara e cílios, sobrancelhas e cabelos loiros ou avermelhados, dependendo do tipo de albinismo e precisam de alguns cuidados para não se queimar, como o uso contínuo de protetor solar e blusas de mangas compridas.
O oftalmologista aconselha, também, o uso de bonés, óculos com filtros fotossensíveis e chapéus. Até a profissão deve ser bem escolhida para não afetar sua condição física. “Trabalhar no meio externo como um agricultor, por exemplo, é perigoso porque exige exposição ao sol, o que torna o albino ainda mais vulnerável a ter câncer de pele” informa o médico.
O CASO DA TANZÂNIA
Na Tanzânia (África), a vida dos albinos é mais complicada. Além de fugir dos sol forte, eles precisam fugir de outras pessoas. De acordo com a Tanzanian Albino Society (Sociedade dos Albinos da Tanzânia), uma antiga crença na região de que as partes do corpo de um albino servem para fazer poções para enriquecer rapidamente. Por isso, eles alguns chegam a andar com seguranças particulares nas ruas para não serem assassinatos, principalmente as crianças.
Segundo a Folhateen, o cadáver de um albino vale R$7.600, valor muito alto pela renda média da Tanzânia. Nos últimos dois anos, 60 albinos foram mortos, metade deles era adolescentes. Nos Estados Unidos e América do Norte uma a cada 20 mil pessoas têm alguma forma de albinismo. Na Tanzânia, esse número é de uma a cada 4 mil, cinco vezes mais.
Agora que você já sabe um pouco mais sobre os albinos, informe seus amigos e ajude a diminuir o preconceito. Aproveite para comentar, aqui, o que pensa sobre o tema. Você tem coleguinhas albinos? Já viu algum tipo de desrespeito?
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/planetinha/fique-ligado/conteudo_planetinha_485140.shtml
10 de mar. de 2012
Eu!!!







